HÓQUEI NA GRAMA, LUTA E ESQUI AQUÁTICO
type="text/javascript">
HÓQUEI NA GRAMA QUER EVITAR VEXAME NO PAN
É na grama. É disputado com bola. São onze contra onze. Mas ao contrário do futebol, o HÓQUEI NA GRAMA do Brasil vive uma realidade oposta. O esporte é totalmente amador, é um dos menos divulgados de todos os que estarão no Pan e nossa seleção é um saco de pancadas do continente. No Rio de Janeiro, tanto a seleção masculina, quanto a feminina, só esperam evitar goleadas históricas. Para que o leitor tenha uma idéia, nos últimos Jogos Sul-Americanos a seleção masculina perdeu todas as partidas, incluindo goleadas de 15 a 0 para a Argentina e 9 a 0 para o Chile. Outro problema que vem ocorrendo é a desistência de algumas atletas de participarem da seleção feminina, devido a problemas com a Confederação e o técnico. Os principais jogadores das nossas seleções são os goleiros Leonardo Marafoni e Madja Fawakhiri.
Em países como a Holanda, o hóquei na grama é mais praticado do que o futebol. Na Índia e Paquistão é uma religião que atrai milhares de pessoas para os jogos. A grande favorita ao ouro, tanto no masculino como no feminino é a Argentina, frequentadora constante de Olimpíadas. Os campeões do hóquei no Pan, garantem vaga em Pequim. Uma partida consiste de dois tempos de 35 minutos. Cada seleção atua com 11 jogadores. O campo quase igual ao de futebol, com 91 metros de comprimento e 55 metros de largura. Somente o goleiro pode tocar a bola com as mãos ou pernas.
Outro esporte pouco divulgado no Brasil é a LUTA. As competições são divididas em dois estilos: a livre e a greco-romana. Nesta última não é permitido o uso dos membros inferiores ( pernas e pés) para ataque e defesa. Na livre é permitido qualquer golpe, exceto tesoura.Os lutadores tem de estar com as unhas, barbas e cabelos curtos. Cada luta tem dois rounds de 3 minutos. Ao final de cada período, um atleta é declarado vencedor. Se der empate, um terceiro período é disputado. Quando um lutador consegue fixar os ombros do adversário no chão já é declarado vencedor.
Os lutares brasileiros tem participado de intercâmbio com técnicos e lutadores da Bulgária ( país tradicional no esporte) visando uma melhor preparação para o Pan. Teremos 18 atletas nas competições de luta, sendo 4 mulheres. Uma das 3 pratas conseguidas na história do Pan pela modalidade foi de Antonio Jaoude, principal nome brasileiro na luta livre e maior esperança de medalha no Rio de Janeiro. Na greco-romana apostamos em Luis Fernandes, o Luisinho. Outro destaque é a gaúcha Rosangela Conceição, bronze em um torneio continental realizado em maio. Quem também compete pelo Brasil na greco-romana é o ex Big Brother, Marcelo Zulu. Como em todos os esportes de contato físico Cuba é a grande potência do continente, seguida por EUA e Colômbia.
O ESQUI AQUÁTICO, não é modalidade olímpica, mas faz parte do Pan. Seis atletas representarão o Brasil, que nunca conquistou medalha, mas tem obtido bons resultados internacionais nos últimos anos. Não é um esporte popular pois depende de equipamento caro para ser praticado. Americanos e canadenses costumam brigar pelos primeiros lugares. No esqui aquático, o competidor desliza sobre a água, apoiado em um ou dois esquis, puxados por um barco. Os objetivos variam de acordo com a modalidade de competição: percorrer um determinado percurso cercado por bóias, fazer evoluções como loopings e giros na água ou realizar saltos a partir de uma rampa.
Os destaques brasileiros são Juliana Negrão de apenas 16 anos e os irmãos Fernando e Felipe Neves.

Nenhum comentário:
Postar um comentário